quinta-feira, 16 de julho de 2009
Câmara de Comércio Americana promove prêmio ambiental
O prêmio possui seis categorias: Educação Ambiental, Florestas, Gestão da Água, Gestão de Resíduos Sólidos, Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) e Texto Jornalístico. Esta última é destinada exclusivamente a profissionais de imprensa que tenham publicado reportagem, entrevista, matéria ou artigo abordando o tema sob o ponto de vista do desenvolvimento sustentável, entre abril de 2008 e 2009.
Será premiado um projeto de cada modalidade e os selecionados ganharão troféu, diploma e um fim de semana em resort na Bahia, com acompanhante, estadia e passagem pagas. Os trabalhos premiados serão usados em reportagem na revista Brazilian Business e publicados no site da AMCHAM, além de serem veiculados na imprensa especializada. (Agência Envolverde)
Fonte: Abril
PUC-Rio oferece curso "Aspectos Técnicos e Jurídicos do Licenciamento Ambiental"
RIO - O Departamento de Engenharia Civil da PUC-Rio oferece o curso "Aspectos Técnicos e Jurídicos do Licenciamento Ambiental". As inscrições estão abertas até o dia 29 de julho de 2007 e o início das aulas está marcado para o dia 5 de agosto.
O objetivo do curso é capacitar estudantes e profissionais para atuação no mercado de trabalho na área ambiental, fornecendo subsídios para o assessoramento técnico e jurídico nos processos de licenciamento ambiental.
Outras informações podem ser obtidas pelo http://www.cce.puc-rio.br/ ou pelo telefone 0800 970 9556.
Fonte: O Globo
Wal-Mart exigirá etiqueta ambiental nos produtos. Qual será o resultado?
Para receberem o selo " verde " , os fornecedores terão de informar os custos ambientais da fabricação dos produtos
O Wal-Mart lançará hoje (16/07/2009) um programa de etiquetas com classificação ambiental que pode redefinir a concepção e a fabricação de produtos vendidos no mundo - ou se tornar uma grande perda de tempo. A maior varejista do mundo, que faturou US$ 408 bilhões em 2008, informará aos seus 100 mil fornecedores que terão de calcular e informar os custos ambientais da fabricação dos produtos.
Antes considerado um vilão ambiental, o Wal-Mart quer desenvolver um plano de vários anos, com metas rígidas para redução do consumo de energia, corte de desperdícios e lançamento de produtos sustentáveis. A empresa estima que os primeiros selos deverão ser exigidos em cinco anos, sem exceção para nenhum fornecedor.
Esforços nesse sentido foram pouco práticos na Europa. As etiquetas têm de ser cientificamente precisas e não fazem sentido para o consumidor.
Fonte: Valor
Calçados feitos de material reciclado marca Francal
Calçado leva preocupação ambiental
Aproveitamento de materiais reciclados marca lançamentos durante a Francal, em São Paulo
Pneus se transformam em sandálias. A combinação de restos de tecidos, latinhas, cortiça e borracha dá origem a um par de tênis. Fibra de bambu é matéria-prima para sapatilha.
Iniciativas ecológicas e socialmente corretas como essas estão ganhando espaço na indústria calçadista e atraindo personalidades do porte do Pelé, como ocorreu ontem no segundo dia da 41ª Feira Internacional de Calçados, Acessórios de Moda, Máquinas e Componentes (Francal).
A mostra se estende até sexta-feira no Parque do Anhembi, em São Paulo. Em uma solenidade assediada pela imprensa e por tietes, Pelé lançou a sandália Eco Sandals, da empresa Goóc, de São Paulo. O ação faz parte do Projeto 2014 Goóc, que pretende tornar o Brasil referência mundial na fabricação de sandálias recicladas de borracha de pneu. Segundo o vietnamita Thai Quang Nghia, diretor da empresa, a meta é incentivar o consumo consciente e reativar a indústria de vulcanização – que está com 70% da capacidade ociosa e cerca de 10 mil desempregados. Pelé está à frente da campanha sem cobrar cachê.
– Quando eles (a Goóc) me explicaram o número de desempregados que tem essa indústria e o bem que isto pode fazer ao país, aceitei – explicou.
Para o presidente da Francal, Abdala Jamil Abdala, as linhas ecológicas vêm conquistando novos adeptos, e a indústria está atenta à tendência. O Grupo Via Uno, de Novo Hamburgo, entra nesse mercado com uma nova marca, a Naturezza. O destaque fica com o tênis 100% ecológico. O tecido do esportivo é elaborado com fibras recicladas, sobras de resíduos industriais.
– O objetivo é, por meio do tênis, conscientizar as pessoas – diz Paulo Kieling, gerente de marketing da empresa.
Especializada no público infantil, a Ortopé, uma empresa da Paquetá, de Sapiranga, está inovando com a aplicação do conceito 3R (reduzir, reutilizar e reciclar) e o lançamento da linha Eco. Inserida na ideia de reduzir, a empresa apresenta o modelo “stika e puxa”, para os bebês. Em resumo, trata-se de um sapato dividido em duas partes e com uma presilha de ajuste. As duas combinações permitem que o calçado sirva para três numerações.
– A nossa preocupação se estende até as caixas dos nossos sapatos, que são recicláveis – destaca Luciana Nunes, gerente de marketing da Ortopé.
*Dionara Melo viajou a São Paulo a convite da Francal Feiras
dionara.melo@zerohora.com.brFonte: http://zerohora.clicrbs.com.br
Campanha usará padarias para reciclar óleo de cozinha
A partir de hoje, 50 padarias da capital vão receber óleo de cozinha usado. A campanha, lançada ontem pelo sindicato das panificadoras, espera ter 2 mil estabelecimentos credenciados até o final do mês.
A ideia é combater o hábito de jogar o óleo pelo ralo da pia e evitar danos ao meio ambiente. Cada litro que chega aos rios, por exemplo, pode contaminar 20 mil litros de água, segundo estudo da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb).
As padarias participantes terão galões instalados no estabelecimento para receber o ingrediente sujo. Quem quiser descartar, pode levá-lo em garrafas pet ou usar um pote de plástico de um litro vendido nas padarias a R$ 1,50.
Panificadoras no Sumaré (rua Havaí, 336), na Bela Vista (avenida Brigadeiro Luís Antônio, 3.332) e no Centro (avenida 9 de Julho, 853) estão entre as participantes.
A expectativa do Sindicato da Indústria de Panificação é atrair a participação das 4 mil padarias filiadas na Grande São Paulo ao longo do ano. A lista das que já aderiram à campanha está disponível no site www.sindipan.org.br.
ONGs Das panificadoras, o material coletado será levado a organizações não governamentais especializadas na reciclagem desse tipo de produto.
Atualmente, apenas 5% do óleo sujo é reaproveitado no Brasil, segundo estimativas de ONGs.l
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Spam polui tanto quanto 3 milhões de carros
SÃO PAULO – A energia desperdiçada com todos os spams enviados no mundo ao longo de um ano seria suficiente para alimentar 2,4 milhões de residências nos Estados Unidos e gera a mesma emissão de gases de gases do efeito estufa que 3,1 milhões de automóveis consumindo 7,6 bilhões de litros de gasolina, segundo um estudo da McAfee.
A média de emissão de gases do efeito estufa associada a uma única mensagem de spam é de 0,3 grama de CO2, o equivalente a dirigir por um metro, mas ao multiplicar isso pelo volume anual de spam, é como dar volta ao redor da Terra 1,6 milhão de vezes, segundo a pesquisa.
A especialista em segurança publicou um relatório sobre a emissão de carbono associada ao processamento de spam em 11 países, incluindo o Brasil.
O estudo mostra que 80% do gasto de energia associado ao spam está concentrado nas atividades de apagar as mensagens indesejadas e resgatar os falsos positivos.
Já os filtros de spam respondem por 16% dos gastos enérgicos. A empresa sugere que se cada caixa de entrada fosse protegida por um avançado filtro de spam, as organizações e indivíduos poderiam reduzir o consumo de energia do spam em aproximadamente 75%. Isso equivaleria a tirar 2,3 milhões de carros das ruas.
Segundo a pesquisa, nos países onde uso da internet é mais disseminado, como Estados Unidos e Índia, o gasto de energia com spam também é maior.
O Brasil registrou media de gasto com spam similar a estes dois países, assim como Canadá, China e Reino Unido. Austrália, Alemanha, França, México e Espanha tiveram uma média 10% menor.
Daniela Moreira, de INFO Online