quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

População vai poder pagar tarifa de água com lixo reciclável na capital

A população de Cuiabá vai poder realizar o pagamento da tarifa de água com materiais recicláveis, como garrafa PET, papelão e latinha de alumínio, a partir do mês de julho deste ano. O abono na conta será feito pelo Programa “Vale Água”, anunciado hoje pelo prefeito de Cuiabá, Wilson Santos (PSDB), durante entrevista coletiva para apresentar as 12 medidas de impacto para a capital, neste ano.

Todo tipo de lixo poderá ser utilizado para pagar a tarifa que tem gerado grande polêmica, principalmente após o prefeito declarar, nos últimos dias, que haverá reajuste. Conforme a Sanecap, o consumo de até 10 mil litros custará R$ 16. Atualmente o valor é de R$ 11,20.

Programa

De acordo com o prefeito, o “Vale Água” terá o objetivo de beneficiar tanto os consumidores como o meio ambiente. “Não é apenas no aspecto econômico, mas sim, fazer com que as pessoas venham ter uma postura radical sobre o modo de encarar o meio ambiente”, afirmou.

Para isso, o valor que será descontado no pagamento da tarifa vai depender da quantidade de lixo, que será pesado em uma balança. Na mesma hora, o consumidor irá receber um ticket com o valor que será abatido na conta.

Ele informou ainda que vai implantar diversos postos de coleta, localizados em escolas e instituições públicas.

Medidas

O plano de gestão de Wilson Santos anunciado hoje, também engloba outros áreas como o Bolsa Universitária, mais 30% de escolas com educação integral, estágio remunerado, conclusão da Policlínica do Pedra 90, conclusão da Avenida das Torres Professora Edna Affi e mais 1.300 vagas na educação.

As medidas foram definidas nos últimos dias pelo chefe do Executivo Municipal juntamente com o secretariado. Santos quer estruturar e reajustar o orçamento da Prefeitura Municipal e das pastas, na perspectiva da crise financeira que poderá assolar o território mato-grossense.

Fonte: http://www.jornaldoservidor.com.br/noticia.php?codigo=383

sábado, 24 de janeiro de 2009

Garrafas PET são transformadas em resina

Processo reduz poluição de aterros e prolonga durabilidade da matéria-prima

As resinas Valox iQ, da SABIC Innovative Plastics, recebem o Cradle to Cradle® na categoria Prata, uma certificação desenvolvida pelos Estados Unidos para registrar as características de produtos que levem em consideração em seu processo produtivo o consumo de energia e de água, o ciclo de vida dos materiais e a preocupação com a responsabilidade social.
As resinas da família iQ são obtidas a partir de um processo químico de despolimerização/repolimerização de garrafas PET pó-consumo. O processo, chamado upcycling, vai além das técnicas tradicionais de reciclagem mecânica ou moagem de resíduos plásticos e compostagem de materiais recicláveis. As técnicas tradicionais degradam a matéria-prima e são responsáveis por um produto final menos nobre, enquanto esse processo da SABIC despolimeriza, purifica e reconstrói o polímero de volta a seu estado de desempenho original.
Garrafas de PET ressurgem como a resina Valox iQ* da SABIC Innovative Plastics, obtendo Certificação Prata de Cradle to CradleSMPITTSFIELD, Massachusetts — 22 de janeiro de 2009 — A transformação de garrafas PET (polietileno tereftalato) usadas na resina Valox iQ*, da SABIC Innovative Plastics, sintetiza o projeto Cradle to CradleSM, um paradigma inovador da internacionalmente conhecida empresa de projetos sustentáveis McDonough Braungart Design Chemistry, LLC (MBDC). Essa abordagem, que substitui o modelo "cradle-to-grave" (do berço ao túmulo), menos compatível com o meio ambiente, tem como objetivo eliminar completamente os resíduos sólidos por meio da circulação de materiais inofensivos e saudáveis, a partir de sistemas de ciclo fechado de reutilização contínua. A fim de reconhecer sua importante contribuição para a sustentabilidade e a redução de resíduos em aterros sanitários, a MBDC anunciou que a resina Valox iQ 8280SF é Cradle to Cradle CertifiedCM, em classificação Prata. A SABIC Innovative Plastics tem o compromisso de desenvolver soluções ambientalmente responsáveis, que ofereçam desempenho, alta qualidade e opções de novos materiais para que seus clientes atinjam suas metas de sustentabilidade.
O programa de certificação Cradle to Cradle foi criado pela MBDC e é implementado em todo o mundo por meio de parceiros como a EPEA (Environmental Protection and Encouragement Agency - Agência de Proteção e Incentivo Ambiental), na Alemanha. "Existem tantos apelos ecológicos para os produtos e materiais de hoje, que é fácil se tornar cético", afirmou William McDonough, co-fundador da MBDC. "A Certificação Cradle to Cradle proporciona um meio tangível e confiável de medir as realizações em projetos ambientalmente inteligentes. A resina Valox iQ, vencedora da Certificação Prata, demonstra a dedicação da SABIC Innovative Plastics a materiais novos e práticos que podem ajudar a minimizar os impactos ambientais no futuro", completa ele.
Emissões de gás carbônico 50 a 85% menores em relação a outros termoplásticos de engenharia
A resina Valox iQ é fabricada com polímeros à base de PBT (polibutileno tereftalato) a partir de processo próprio. O material consome menos energia e produz menos CO2 (dióxido de carbono) que as resinas tradicionais em todo o seu processo de fabricação, do início (garrafa de PET jogada fora) ao final (grânulo de resina Valox iQ*). A resina Valox iQ é criada usando-se até 85% de resíduos de plásticos pós-consumo, resultando em uma diminuição na emissão de gás carbônico de 50 a 85% em relação a outros termoplásticos de engenharia, prolongando a vida útil de uma garrafa de PET para 20 anos. As aplicações para a resina Valox iQ incluem móveis, computadores, produtos eletrônicos de consumo e componentes de transporte e automotivos como conectores, pára-lamas, molduras de lâmpadas e outros.

Para obter informações adicionais sobre as resinas Valox iQ da SABIC Innovative Plastics, visite a página www.sabic-ip.com. (em inglês)

Fonte: http://www.farolcomunitario.com.br/meio_ambiente_000_0080.htm

Carrinhos de supermercado 100% recicláveis


Ecologicamente corretos, os carrinhos Masterplastic são fabricados em nylon com fibras reforçadas e 100% recicláveis. Seu processo de produção não agride o Meio Ambiente, diferentemente da fabricação dos carrinhos em metal, que utiliza produtos nocivos ao mesmo. Segundo o diretor comercial da empresa, Venceslau Salmeron, calcula-se que hoje, no Brasil, existam cerca de 20 milhões de carrinhos de metal em uso e boa parte desse contingente deve causar problemas ao Meio Ambiente, pois são carrinhos “sem retorno”. “Hoje, a Marterplastic tem uma política de receber de volta os carrinhos no limite de sua vida útil, que é de 10 anos, como parte do pagamento para compra de novos. O material recebido será reciclado e parte dele voltará à linha de produção”, explica Salmeron.
Mas a preocupação da empresa não para por aí. Para o consumidor fazer suas compras de uma forma mais organizada, os carrinhos Masterplastic vêm equipados com uma cesta específica para alimentos frescos ou gelados, como frutas, verduras e laticínios, evitando que os mesmos fiquem amontoados no carrinho, muitas vezes próximos a produtos de limpeza e outros contaminantes. O modelo Master 150 conta ainda com uma bandeja que facilita o transporte de garrafas PET, proporcionando um melhor aproveitamento do espaço. Por ser de nylon, a estrutura do carrinho é mais leve que a dos convencionais em metal, tornando mais fácil a condução, mesmo quando cheio – o Master 210 suporta até 210 kg de compras. Ambos possuem manopla e assento anatômicos para crianças, projetados em material que não é frio como o metal, o que oferece maior conforto e segurança tanto para o condutor quanto para os pequenos.
Além dessas vantagens, os carrinhos Masterplastic são silenciosos, pois possuem rodízios feitos de poliamida, reforçados com fibra de vidro, o que facilita o deslize pelo chão. Os rodízios são blindados, evitando o acúmulo de sujeira ou enrosco de fios que costumam travar as rodas e dificultam a locomoção. Diferentemente dos feitos em metal, que com o tempo tornam-se ruidosos e enferrujados, havendo necessidade de banhos periódicos de zinco e verniz transparente.
Com design moderno e diferentes opções de cores – preto, gelo, cinza, azul e laranja, os carrinhos Masterplastic® podem ser perfeitamente ajustados ao layout da loja, dando um toque mais arrojado à identidade visual. Possuem ainda alças personalizáveis, que possibilitam a incorporação do logotipo da empresa pelo método hot stamping, uma forma de fortalecer o merchandising e inibir o roubo dos carrinhos.

Mais informações sobre os carrinhos Masterplastic pelo telefone (35) 3433-8310, e-mail masterplastic@masterplastic.com.br ou site http://www.masterplastic.com.br/.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Bota Fora do Papel

No último dia de dezembro, o Hospital Sírio-Libanês realizou uma ação inusitada entre seus colaboradores: o Bota Fora do Papel.

De forma bem-humorada, os coletores de papel percorreram os andares fantasiados de árvore, alertando sobre como reciclar papéis, papelões e outros. Também estimularam todos os funcionários a fazer a limpeza de seus departamentos, dispensando qualquer tipo de papel que estivesse fora de uso.[14]

A coleta seletiva de papel é realizada pelo Hospital Sírio-Libanês desde 1998. Durante o Bota Fora, no entanto, a quantidade de material recolhido duplicou: foram coletados 874 quilos de papel, enquanto a média diária é de 350 quilos. No caso do papelão, a média de 500 quilos por dia saltou para 1.137 quilos.

www.segs.com.br - Fonte ou Autoria é: Mirtes Bogéa
19-Jan-2009

sábado, 18 de outubro de 2008

Pesquisadores desenvolvem tijolo vegetal a partir de 'restos' da floresta

18/10/2008 14:04:00

Depois de oito meses de trabalho com o ouriço e com a casca da castanha do Brasil e com os caroços do coco e do tucumã (um tipo de palmeira tradicional na Amazônia), um grupo formado por quatro pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) desenvolveu um tijolo diferente, mas com o mesmo propósito do tijolo convencional, feito com argila.
De acordo com o mentor da idéia, o pesquisador Jadir Rocha, o resultado das pesquisas foi o tijolo vegetal, resultado de um processo de trituração das matérias-primas naturais e que são consideradas como restos florestais, já que não têm serventia depois que suas polpas são consumidas. Ele garante que o artefato pode ser utilizado em qualquer tipo de obra, mas destaca suas características naturais, ressaltando que poderiam ser melhor aproveitadas na própria região amazônica.
"Esse tijolo poderá ser utilizado em qualquer tipo de obra, mas é mais apropriado em construções de até quatro andares e para a nossa região. Como se trata de um material que naturalmente é um isolante térmico, ele proporciona um ambiente agradável para as construções feitas em lugares de alta temperatura, como é na Amazônia", afirmou.
Rocha destacou também que para o processo de produção do tijolo vegetal não há necessidade de queima de madeira e conseqüentemente de desmatamento da floresta.
"Esse tijolo é feito com tecnologia limpa, ou seja, com matéria-prima natural e sem que se tenha que derrubar uma árvore. Outra vantagem é que, na produção, não se utiliza lenha, como na produção dos tijolos convencionais que para ficar prontos precisam de fornos e, logicamente, de lenhas. Com isso, preservamos mais a floresta e não geramos gases para o efeito estufa. É uma pesquisa que é fundamentada nos padrões de sustentabilidade ambiental", acrescentou.
Outra vantagem apontada pelo pesquisador é a rapidez na montagem dos tijolos vegetais, que não precisam de cimento. "Por possuir um sistema de encaixe, é possível montar uma casa popular de cinco mil tijolos em oito horas, desde que esteja com as vigas, pilares – só faltando elevar as paredes e divisórias."

As informações são da Agência Brasil

sábado, 11 de outubro de 2008

Eccoambiental abre inscrições para cursos de extensão em auditoria e perícia ambiental

09/10/2008

A empresa Eccoambiental Engenharia e Consultoria informa que estão abertas as inscrições para os cursos de extensão em Auditoria Ambiental e Perícia Ambiental. Ambos os cursos são destinados a estudantes de curso superior e profissionais interessados em atuar na área ambiental, e têm como objetivo capacitar os participantes para atuarem nas áreas de auditorias e perícias ambientais.
Com duração de 40 horas, o curso de Auditoria Ambiental será realizado entre os dias 18 e 19 de outubro e 1 e 2 de novembro, enquanto o de Pericia Ambiental terá aulas nos dias 22, 23, 29 e 30 de novembro.
Os cursos serão realizados no Setor de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Paraná, em Curitiba.As inscrições podem ser realizadas através do site www.eccoambiental.com.br.

+Informaçõescursos@eccoambiental.com.br(41) 3224-7819

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Fonte: http://www.mundogeo.com.br/noticias-diarias.php?id_noticia=11996